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O mundo está ficando sem água – o que sua empresa vai fazer sobre isso?

Atualizado: Abr 8

Enquanto crises e racionamentos de água se tornam cada vez mais comuns no mundo todo, negócios que priorizam gestão da água e diminuem seu risco hídrico se saem melhor financeiramente

Torneira seca no deserto - símbolo da crise mundial da água

Enquanto as mudanças climáticas podem parecer algo distante para muitos, a escassez de água certamente é um problema atual.


Diferentes cidades do mundo todo vêm sofrendo com situações inesperadas. Por exemplo, mês passado, milhões de casas no estado americano do Texas de repente descobriram que sua água estava possivelmente contaminada ou perderam totalmente o acesso a ela quando temperaturas congelantes e má infraestrutura levaram a apagões generalizados.


Do outro lado do planeta, Taiwan cortou o fornecimento de água a certas áreas devido à pior seca em décadas. Essas áreas incluem indústrias, como um importante centro de fabricação de semicondutores.


No Brasil, a água está no centro das preocupações ambientais devido a crises hídricas regulares, poluição e má infraestrutura de saneamento.


No Rio de Janeiro, sofre-se com gosto e cheiro ruins na água que sai das torneiras desde o ano passado.


De acordo com o último relatório de coleta feito pela Cedae, de março deste ano, a concentração de geosmina voltou a subir e registrou o segundo maior valor de 2021. Em muitas regiões, tomar banho com odor forte e alteração no sabor de alimentos lavados são questões constantes.


Uma vez que a geosmina é produzida por algas que aumentam principalmente devido ao calor, água parada e nutrientes, essa é certamente uma questão prejudicada pelo momento climático.


Infelizmente, essas crises só devem piorar. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, em menos de quatro anos, metade da população mundial viverá em áreas com escassez de água.


E o prejuízo financeiro disso?


De acordo com Thomas Schumann, fundador da Thomas Schumann Capital, empresa que criou índices de água para investimentos nos EUA e na Europa, “os custos de negócios associados a esses riscos são projetados em US$ 300 bilhões... ou cinco vezes mais se não lidarmos com eles”.


Entenda por que o risco hídrico é o pior que sua empresa pode enfrentar, e o que fazer para lidar com ele e evitar perdas financeiras gigantescas.


A bola da vez da sustentabilidade: segurança hídrica


Embora a maioria das discussões ambientais se concentre nas emissões de gases de efeito estufa, nove dos dez maiores riscos enfrentados pela humanidade estão ligados à falta de água, disse Schumann à Bloomberg Green.


A água é insubstituível. As empresas podem até continuar operando enquanto poluem e lançam grandes quantidades de carbono na atmosfera, mas, sem acesso à água, muitas simplesmente não sobreviveriam.


Isso é motivo suficiente para os negócios priorizarem a gestão da água. Também é a razão pela qual os investidores usam cada vez mais a segurança hídrica como um “representante” para a segurança climática.



O índice “TSC Water Security Index” da Thomas Schumann Capital, que inclui cerca de 550 das maiores empresas dos EUA e 225 ações de grande capitalização da zona do euro, dá destaque a empresas com pegadas hídricas e exposição ao risco hídrico baixas, como AT&T Corp., Microsoft Corp. e Citigroup Inc.


Além disso, exclui automaticamente empresas dos setores de jogos de azar, tabaco e defesa, bem como aquelas com as piores classificações nas metas de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas e ESG combinadas.


O TSC U.S. Water Security Net Return Index, ligado às empresas americanas, gerou um retorno acumulado de 116,5% entre sua criação em outubro de 2015 e fevereiro de 2021, em comparação com um ganho de 104% do índice S&P 500, indicador financeiro composto pelas quinhentas maiores empresas listadas nas bolsas americanas NYSE e NASDAQ e considerada a maior carteira teórica de ações do mundo, com empresas bastante conhecidas como Nike, Apple e Google.


Outro fundo americano, o “ETF Invesco Water Resources”, o maior que acompanha o índice “Nasdaq OMX U.S. Water Index” e investe em empresas que fabricam produtos para conservar e purificar água para residências, empresas e indústrias, subiu a uma taxa anual de 17,8% nos últimos cinco anos, batendo o avanço de 16,3% do S&P 500.


Por aqui, um estudo realizado pela Ágora Investimentos concluiu que a adoção de práticas ESG por empresas traz diversos impactos positivos, não de vantagens competitivas a maior lucro, melhora na reputação e no valuation ao longo do tempo.


Desde 2005, quando a pauta ESG foi estabelecida pela ONU, a B3 utiliza o ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial) para categorizar as empresas de capital aberto listadas na bolsa que mais incorporam bons valores ambientais, sociais e de governança.


Da criação do índice até hoje, a carteira ISE3, composta atualmente por companhias como AES Tietê, B2W, Braskem, Engie, Natura, Petrobras Distribuidora e outras, apresentou uma rentabilidade de 296% contra 223% da carteira formada pelas ações que compõem o índice Ibovespa.


Já está claro: investir em sustentabilidade não é moda, e sim uma questão de sobrevivência e lucro. E, para atingir esses objetivos, a bola da vez é segurança e eficiência hídrica.


Como aumentar a segurança hídrica e tornar sua empresa autossustentável e eficiente em água


Antes de mais nada, vale lembrar que não é só sua reputação e o valor de mercado de sua empresa que está em jogo.


De fato, um negócio ou empresa com um critério “E” alto, ou alinhada com a tendência mundial de sustentabilidade, está em melhor posição que seus competidores e é melhor vista pelos consumidores, cada vez mais interessados em produtos e serviços com impacto positivo no meio ambiente.


O relatório da Ágora Investimentos, por exemplo, notou que empresas ESG tendem a se destacar em seus nichos, enquanto dados de uma pesquisa da Cone Communications indicam que 73% dos jovens adultos pagariam mais por produtos ou soluções sustentáveis.


Esses benefícios são sem dúvida surpreendentes, mas o risco de ficar sem água é na verdade o que deve mover as empresas na busca por autossuficiência e sustentabilidade hídrica.


De acordo com uma pesquisa do Fórum Econômico Mundial (FEM) de 2015, 68% dos entrevistados - profissionais de 573 empresas, detentoras de U$ 60 trilhões de ativos ao todo – acreditam estar “expostos ao risco hídrico”.


No âmbito nacional, segundo o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), uma pesquisa da indústria paulista sugeriu que um possível racionamento de água afetaria drasticamente a saúde financeira de 29,5% das grandes companhias.


Uma das melhores formas de evitar essa exposição é apostar em uma solução autônoma, ou seja, um sistema de captação, abastecimento e tratamento de água próprio.


Com um sistema personalizado e exclusivo, a demanda de água de sua empresa pode ser 100% atendida com o mínimo de desperdício possível, reduzindo o consumo e a conta de água.


Isso é feito através de uma combinação de soluções viáveis para atingir a máxima eficiência hídrica, como poços artesianos de alto desempenho, ETAs, ETEs, água de reuso etc. E o melhor: com investimento zero, uma vez que você pode optar por um modelo de negócio chamado WAAS (water as a service) de uma concessionária particular de saneamento, como a NeoWater.



Segundo Schumann, o Fórum Econômico Mundial identifica o investimento transformacional como a solução para riscos sistêmicos, como crises e racionamentos de água.


Negócios que podem enfrentar riscos hídricos de longo prazo e gerar retornos competitivos são "uma situação em que todos ganham” – a empresa, o meio ambiente, a sociedade e os investidores.


Quer fazer parte desse movimento inovador? Entre em contato conosco! Nossa equipe de especialistas pode te ajudar a se tornar sustentável e autossuficiente em água.