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ESG: o que significa e por que empresas sustentáveis são tão lucrativas

Atualizado: Abr 8

ESG é um conjunto de práticas ambientais, sociais e de governança que podem ser adotadas por empresas e usadas como critério para guiar consumidores e investidores focados em sustentabilidade. Saiba por que empresas ESG representam oportunidades seguras e lucrativas


Dois homens em ternos em frente a um infográfico sobre ESG, enviroment, social e governance

Atualmente, ser sustentável não é apenas uma questão ambiental: é também (talvez principalmente) econômica.


É por isso que a sigla ESG tem se tornado tão famosa. O termo, que significa “environmental, social and governance” em inglês, ou “ambiental, social e governança” em português, é utilizado tanto para medir as práticas ambientais, sociais e de governança de uma empresa quanto como critério para fazer investimentos em um negócio.


Mas... o que ESG tem a ver com economia?


No geral, empresas ESG são aquelas que se importam com o meio ambiente, têm responsabilidade social e adotam boas práticas de governança. Como resultado, são mais sustentáveis e se saem melhor financeiramente.



Não é só uma questão de imagem – embora isso também importe, é claro. Adotar determinadas práticas leva a uma operação eficiente, preparada e transparente, o que se traduz em ganhos maiores e riscos menores.


Por exemplo, de acordo com um relatório da Itaú Asset, empresas que adotam práticas ESG conseguem aumentar sua receita, reduzir custos, minimizar problemas legais, aumentar a produtividade e ainda otimizar seus investimentos.


Em outras palavras, são negócios que se antecipam e evitam crises globais e ambientais, que possuem processos mais eficientes e que se envolvem menos em fraudes, processos trabalhistas e outras ações jurídicas.


Por todos esses motivos, geram melhores resultados e são tendência forte no mundo dos investimentos.


As vantagens de aplicar ESG a uma empresa variam de maior lucratividade até aumento no valor de mercado ao longo do tempo.


Por exemplo, no começo do ano passado, o presidente da maior gestora de investimentos do mundo, a BlackRock, anunciou que não vai mais investir em setores que emitem muito CO² na atmosfera e que pretende redirecionar o dinheiro para segmentos mais sustentáveis.


Não só já existem diversos fundos focados em empresas ESG, como uma pesquisa recente de sustentabilidade da Anbima mostrou que 85,4% dos gestores de investimentos no Brasil sabem o que é ESG e usam esses critérios para tomar decisões sobre ações.


ESG: tendência para adotar e investir


Empresas que adotam práticas ESG tentam minimizar seus impactos no meio ambiente e na sociedade através de certas práticas.


Já investimentos ESG são aqueles que levam em conta fatores ambientais, sociais e de governança para recomendar empresas, ao invés de analisar apenas índices financeiros.


Os benefícios do ESG são conhecidos há várias décadas, embora o termo em si tenha surgido em 2005, em um relatório da ONU (Organização das Nações Unidas).


Na época, 20 instituições financeiras de nove países, incluindo o Brasil, fizeram recomendações sobre como incluir questões ambientais, sociais e de governança na gestão de ativos e serviços de corretagem de títulos. A conclusão foi que esses fatores, quando incorporados no mercado financeiro, geram melhores resultados.


Vale lembrar, porém, que investidores já excluíam de seu portfólio empresas com más condutas desde os anos 1950-60.


O primeiro índice global dedicado a mapear empresas que adotam práticas sustentáveis foi criado em 1999 - o Índice Dow Jones de Sustentabilidade. Isso, ao lado do relatório da ONU em 2005, acarretou reações nas bolsas ao redor do mundo todo, como o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) brasileiro da B3.


Hoje em dia, as práticas ESG formam uma tendência que não pode mais ser ignorada, vista pelos empreendedores como uma oportunidade de melhor gestão e maior lucro, e pelos investidores como uma aposta com excelentes perspectivas e poucos riscos.



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